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 Valdivia atribui fase à diretoria e fala em ser astro no centenário

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MensagemAssunto: Valdivia atribui fase à diretoria e fala em ser astro no centenário   Dom Mar 10, 2013 3:49 am

Em agosto, um mês após comemorar a conquista da Copa do Brasil dizendo que só sairia do Palmeiras quando a torcida quisesse, Valdivia falava que contratos eram feitos para ser quebrados ao receber oferta de cerca de R$ 10 milhões de um time do Catar. Mas a diretoria do Palmeiras mudou e o discurso do meia é cada vez mais firme de permanência. A ponto de falar agora em ser um nome importante do clube em 2014.

“No ano que vem vai ser o centenário do Palmeiras, e quero ficar marcado como o jogador do centenário do Palmeiras”, afirmou o jogador, que tem contrato até 2015 e, há dois meses, garantia ficar só até dezembro atendendo a um pedido do novo técnico da seleção chilena, Jorge Sampaoli. Desde então, saíram do cotidiano do futebol do clube Arnaldo Tirone, Roberto Frizzo e César Sampaio e entraram Paulo Nobre, José Carlos Brunoro e Omar Feitosa.

“Em grande parte, minha nova fase foi pela mudança de diretoria. Quem entrou é sério, está junto dos jogadores. Tenho apoio incondicional deles e da comissão técnica, e espero continuar correspondendo”, falou o camisa 10, em harmonia com os dirigentes até na prioridade à Série B do Brasileiro. “O mais importante hoje é voltar à Série A, de onde o Palmeiras nunca deveria ter saído, e conquistar algum título neste ano. Ano que vem é outra história. Se depender de mim, estarei aqui.”

Nem a tentativa de agressão de membros da Mancha Alviverde em aeroporto argentino na quinta-feira faz o chileno mudar de discurso. “Já superei e dei mostras do quanto gosto do clube e de estar no Palmeiras depois do sequestro. Forcei minha família a voltar para permanecer aqui tranquilo, do lado deles”, lembrou o meia, que sofreu sequestro-relâmpago com a esposa em junho, em São Paulo.

“Não deu para pensar muita coisa de sair e ir embora depois do que aconteceu na Argentina. Eu estava meio em choque, nunca tinha vivido aquilo. Só pensava no ódio dos torcedores, que queriam me bater. Mas minha decisão de ficar não passa por isso. Não mudou minha decisão nem o carinho que sinto pelo Palmeiras ou o meu respeito pelos torcedores”, discursou.


A derrota para o Penapolense neste ano, quando a Mancha Alviverde o xingou e o resto dos palmeirenses no Pacaembu o incentivou, foi marcante para o chileno. Mas ele compreende as críticas após tantos desfalques por lesão desde agosto de 2010, quando acertou sua volta ao clube em negociação que custará ao Verdão, no total, R$ 36 milhões a serem pagos até 2016, ano seguinte ao do fim de seu contrato.

“Estou pagando pelo que fiz no passado. Espero que, com o correr dos dias, jogos e treinos, eu possa fazer entender que não estou aqui para roubar ninguém, mas porque quero e gosto do Palmeiras. Vou mostrar neste ano que ainda posso jogar no Palmeiras”, prometeu. “E daqui não quero sair. Quem decide e analisa as propostas é o clube, mas tem que ser uma coisa muito boa. Já tive propostas muito boas financeiramente e não saí porque para o Palmeiras não foram boas.”

A vontade de permanecer passa diretamente pela conversa com Sampaoli, que já o convocou para as próximas rodadas das Eliminatórias. Os dirigentes admitem que usam esse objetivo pessoal para estimular Valdivia no clube. A mudança veio até com a viagem para acompanhar jogos do time mesmo quando esteve vetado por lesão. E todas as suas passagens pelo departamento médico neste ano foram por pancada – a comissão técnica admite melhores condições físicas dele após treinar nas férias sem avisar o Verdão e se atrasar quatro dias na reapresentação.

“Quero voltar a jogar bem pela seleção. E eu também não podia continuar cometendo os mesmos erros de sempre. Por isso, pelo menos até agora, ninguém falou de mim em Carnaval, até porque acompanhei o time na viagem (para Mogi Mirim) e fiquei trabalhando no CT. O caminho é esse, mas tem muito pela frente”, projetou o camisa 10 do Palmeiras.

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